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Escrito por Blog do Turismo às 21h34

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Ficar em hotel ou alugar apartamento?

Às vezes, optar por esquemas alternativos de hospedagem em viagem pode ser mais econômico e (a melhor parte) mais conveniente e atrativo.

Se viajo com um grupo de amigos, procuro alugar um apartamento ou uma casa ao invés de ficar hospedado em um hotel ou uma pousada. E o resultado costuma ser positivo.

Geralmente, quando é possível dividir o aluguel de um imóvel para temporada, o preço pode variar em até um terço do valor. Ou vale até mesmo gastar a mesma quantidade e escolher um local mais ajeitado. Para quem tem dinheiro, o céu é o limite: há até mansões ou casas requintadas para serem locadas por períodos curtos.

No Brasil, já cheguei a usar o www.aluguetemporada.com.br, mas checar nunca é demais. Uma boa alternativa é perguntar e pedir dicas para amigos e conhecidos. Sempre há alguém que conhece alguém que tem alguma indicação "quente", pois não há nada pior do que chegar ao destino e dar de cara com um terreno baldio.

Para o exterior, o www.airbnb.com parece ser bom --o legal é observar os "reviews", que dão mais confiança para o usuário tomar uma decisão fundamentada. Por exemplo, buscando, no site, alguns apartamentos em Nova York, há opções, se escarafuncharmos bem, com dois quartos em Manhattan por cerca de US$ 130 a diária. Geralmente, o proprietário faz acordo se você ficar mais de uma semana. Sempre mande um e-mail e negocie antes de fechar acordo.

O www.vacationhomerentals.com parece seguir o mesmo esquema, com comentários de gente que já contratou o serviço e um calendário com datas em que ele está disponível.

Se a sua estadia for mais longa, o www.furnishedquarters.com tem disponibilidade para quem pretende permanecer no mínimo 30 dias no destino. Opera principalmente em Nova York, Nova Jersey, Connecticut e Massachusetts (EUA).

É uma maneira de viajar para quem tem tempo para pesquisar bem, pois é preciso se programar.

E você? Costuma usar opções alternativas aos hotéis para se hospedar em viagem?

Escrito por Rafael Mosna às 17h38

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O que não vestir durante uma viagem

Recomendações sobre o que colocar na mala para uma viagem vão além do já conhecido conselho de evitar roupas apertadas, sapatos novos e saltos altos. Veja abaixo uma lista de itens de vestuário que devem permanecer em casa nas férias.

Pochete: Elas podem ser práticas, mas não são exatamente um sinônimo de elegância. Bolsas pequenas a tiracolo cumprem o mesmo papel de um modo muito mais bonito.

Tênis brancos: Calçados dessa cor denunciam qualquer sujeira. Se não quiser levar na mala um produto para tirar as manchas do sapato, é melhor optar por cores mais escuras.

Roupas muito curtas: Muitas igrejas em cidades turísticas não permitem a entrada de pessoas usando short ou minissaia. Também é aconselhável levar um xale para cobrir os ombros.  

Acessórios com tachas: Cintos e bolsas repletos de tachas podem ser um grande inconveniente em aeroportos e museus com detectores de metais. Melhor deixá-los em casa e optar por acessórios mais simples.

E você? Tem alguma dica do que levar para uma viagem?

 

 

 

 

Escrito por Vanessa Corrêa da Silva às 19h34

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A crise na Bahia e a imagem do Brasil

Convocada pela Associação de Policiais e Bombeiros da Bahia (Aspra), a greve de policiais militares, que deixa um rastro de sangue e de saques em Salvador, envergonha o Brasil.

O momento é difícil para o povo baiano e certamente repercute na imprensa estrangeira afastando potenciais visitantes de uma cidade vocacionada para o turismo. 

Há anos, quando a companhia aérea portuguesa TAP reinventou o turismo brasileiro e lançou os voos diretos e diários entre Lisboa e Salvador, europeus passaram a vir em grande número para a capital baiana, aliás, a primeira capital do país.

Repleta de história e de cultura, berço da melhor música popular brasileira, a Cidade da Bahia é ímpar, dividida entre a Cidade Alta (com seu Pelourinho) e a Baixa, diante de uma das mais belas baías do mundo.

Quem visita Salvador logo se deslumbra com a circunstância geográfica, a energia do povo, as comidas do mar e do sertão, as baianas de acarajé paramentadas a vender seus quitutes, o fausto das igrejas.

E, também, com as praias do entorno, caso de Itapoã, uma praia que virou canção, e de Arembepe, com seus arrecifes e barcos de pesca, para ficar em apenas dois exemplos de lugares idílicos.

Diante da selvageria que toma de assalto Salvador agora, pouco antes do Carnaval, é de se perguntar: ainda que os policiais militares ganhem pouco e façam jus a uma melhor remuneração, eles têm direito de colocar a população em pânico e de enxovalhar o nome do Brasil?

Escrito por Silvio Cioffi às 20h23

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Brasil sobre trilhos

O Grupo de Trabalho de Turismo Ferroviário, que foi criado no ano passado, se reuniu no último dia 17 em Brasília, no Ministério do Turismo, para discutir o planejamento estratégico deste ano. De acordo com o site do ministério, o grupo analisa cerca de 50 projetos, apresentados por prefeituras e entidades privadas sem fins lucrativos. 

O número é considerável para um país que conta, segundo o Mtur, com apenas 37 trens turísticos em operação. O grupo decidiu criar três comissões para tratar de questões sobre o destino do patrimônio da antiga Rede Ferroviária Federal S.A e operação de trechos ferroviários.

(Danilo Verpa -17.jun.2009/Folha Imagem) Trem antigo no Museu Funicular em Paranapiacaba

O grupo de trabalho, criado em 2010, é coordenado pelo Mtur e engloba representantes de Ministério dos Transportes, SPU (Secretaria do Patrimônio da União), Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), BNDES, Iphan, inventariança da Rede Ferroviária Federal e entidades de classe.

O incentivo para o desenvolvimento ferroviário no Brasil pode criar alternativas interessantes de passeios _não faltam aficionados pelo turismo sobre trilhos no mundo, como mostra a popularidade de ferrovias famosas por seus trajetos cênicos, como é o caso na Suíça, que conta com o Bernina Express e o Glacier Express, entre outras rotas pelas montanhas, e as linhas conhecidas por sua história e pelo espírito de aventura imbuídos na viagem, como a Transiberiana e o Trem da Morte.

A próxima reunião do grupo de trabalho, ainda sem data, deve ocorrer no Rio de Janeiro, onde fica o trem turístico mais antigo do país, o trem do Corcovado, inaugurado em 1884 por d. Pedro 2º, que atualmente leva mais de 600 mil pessoas por ano.

Segundo o site do governo, o trem, que carrega 300 passageiros por hora, terá sua capacidade ampliada para 615 pessoas por hora, com investimento de R$ 64 milhões.

E você, já fez um passeio turístico em trem? Qual linha gostaria de ver em funcionamento?

 

 

 

Escrito por Marina Della Valle às 20h07

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Prefira não tomar o café da manhã no hotel

Em viagens, muitas vezes optamos pela praticidade e acabamos reservando a diária do hotel com o café da manhã.

Quando estou em um hotel econômico, se tenho tempo, prefiro pedir minha tarifa sem a primeira refeição do dia.

Há dois pontos a serem levados em conta: geralmente o oferecido é algo padronizado (por exemplo, o mesmo servido em toda a rede hoteleira que pertence àquele estabelecimento) ou a qualidade da comida é ruim mesmo.

E saindo para comer em uma padaria, por exemplo, você acaba ganhando, por si só, um passeio a mais.

Quando estive em Puno, no Peru, foi em um minirrestaurante que descobri que o cereal matinal, por lá, vem com pipocas (estouradas e frias), além de frutas e mel.

No Mercado Central de La Paz (Bolívia), logo no raiar do sol, os locais saboreiam com muito gosto uma bebida quente e forte chamada api, feita de milho, canela e cravo. Com ela, um pastel frito e beeeem açucarado. Dificilmente seria servida tal iguaria nacional em um hotel (chique ou simples) pela manhã.

Já outra vez, há uns anos, em Recife (PE), fiquei chateado por estar hospedado em um hotel (desses que estão em todas as grandes cidades) e não achar uma fatia de bolo de rolo no bufê do café da manhã.

Comentei com o taxista e ele me respondeu: "aí você não vai achar mesmo, mas te levo ali na padaria da esquina e você vai provar o melhor bolo de rolo de Pernambuco".

Escrito por Rafael Mosna às 17h52

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Fim do visto para ir aos EUA: você acredita?

O presidente dos EUA, Barack Obama, recém-assinou uma ordem executiva para facilitar a emissão de vistos para turistas brasileiros.

Tal medida deve tornar mais rápida a tramitação e, em determinados casos de "viajantes confiáveis", abolir a necessidade de entrevistas pessoais.

A US Travel Association, entidade que congrega toda a indústria do turismo norte-americano, aplaudiu, mas quer mais: advoga a inclusão do Brasil no programa Visa Waiver ainda neste ano, o que significaria terminar definitivamente com a necessidade de visto de entrada para turistas brasileiros que se destinam aos EUA.

O economista brasileiro Luiz de Moura Jr., vice-presidente internacional da US Travel Association, acha que isso é possível e diz que, há pouco, Taiwan e Coréia do Sul conseguiram ser incluídos nesse programa.

"Continuaremos a fazer lobby para que o Brasil seja incluído no programa Visa Waiver", diz Moura.

Para ele, "as melhorias anunciadas pelo presidente Obama no seu discurso proferido no Walt Disney World (em Orlando, na Flórida) são alvissareiras e a referência específica feita ao Brasil, como país importante para a economia norte-americana, com milhões de brasileiros visitanto os EUA anualmente, mostra que podemos avançar".

Há pouco menos de um ano, em maio de 2011, durante a 43a. edição do Pow Wow, evento que é organizado pela US Travel Association, Roger Dow, o presidente da entidade, dizia que o "segmento de turismo é o maior setor exportador dos EUA, pois gera riquezas de até US$ 4 bilhões".

Nessa mesma feira profissional, William Talbert 3º, presidente do Greater Miami Convention and Visitors Bureau, previa que "em um ano" a exigência de vistos para turistas brasileiros poderia cair.

Ainda não caiu, mas, ao que parece, está balançando. Se não hovesse necessidade de visto para entrar nos EUA, você viajaria mais vezes àquele país?   

Escrito por Silvio Cioffi às 19h52

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Que tal mostrar sua cidade a um turista?

Você conhece bem sua cidade? Ou é versado aspectos interessantes dela, como locais com determinados estilos arquitetônicos, o que há de mais interessante na vida noturna ou os melhores locais para tirar fotos? Que tal criar um passeio para turistas com temas como esse?

É o que propõe o portal de viagens espanhol Nomaders com o projeto Local Heroes, que cadastra "heróis locais" _moradores de algum destino com uma proposta diferente de passeio_ e os coloca em contato com interessados em encontrá-los. O objetivo é conectar pessoas sem serviços de agências, para uma experiência que vá além das oferecidas pelo mercado.

O serviço é gratuito. O interessado em ser um "herói local" deve se cadastrar no site e escrever uma proposta de passeio: há um catálogo de "emoções" que reúne as propostas por temas, como golfe, futebol, tapas, fotografia...

 

(Reprodução da internet) O site do Local Heroes, da Nomader, que propõe ofertas de experiências de viagem

Quem gostaria de experimentar a proposta do "herói" entra em contato com ele via site, e o arranjo é feito por ali.  A proposta deve especificar o que oferece e o que o "herói" quer em troca, seja praticar línguas  trocar informações sobre um assunto de interesse em comum ou mesmo convivência com estrangeiros.

Fica a pergunta: é seguro? De acordo com o site, todas as propostas passam por um processo de validação _que inclui um encontro com o "herói" em questão _antes de serem publicadas.

Outra regra: o encontro deve ser registrado pelo site, assim é possível fazer comentários. As avaliações dos usuários são outra espécie de "referência" da proposta de passeio e de quem propõe.

E você, já experimentou algo assim? Faria um passeio com um "herói"? Mostraria sua cidade a um turista?

Escrito por Marina Della Valle às 19h45

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Locais de tragédias são pontos turísticos?

Em reportagem divulgada  nesta segunda-feira, a BBC informou que o naufrágio do navio Costa Concordia ocorrido no dia 13 de janeiro na costa da Itália tem atraído centenas de turistas ao local do acidente, próximo à ilha de Giglio.

Na semana do acidente, a ilha abrigava apenas 130 turistas (natural para uma temporada de inverno), mas após o naufrágio esse número pulou para 1.080 visitantes, que disputam espaço com jornalistas e membros das equipes de resgate.

Até o momento, 16 pessoas morreram no naufrágio e outras 16 continuam desaparecidas.

"Viemos aqui para ver o que aconteceu, só de curiosidade", afirmou uma turista estrangeira à agência italiana TM News.

"Fiquei impressionado com o tamanho do navio. Estou boquiaberto", contou um italiano.

Os novos visitantes, que buscam ver de perto o que restou do navio adernado junto à costa da Toscana já estão sendo chamados de "turistas do horror".

É natural que tragédias como essa acabem atraindo a curiosidade das pessoas, mas viajar até o local de um acidente para ver seus destroços pode parecer um exagero.

Você concorda com os visitantes da ilha de Giglio ou prefere manter distância desses lugares?

Escrito por Vanessa Corrêa da Silva às 11h45

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Os hotéis devem cobrar por Wi-Fi?

Nos dias de hoje, em que é cada vez mais difícil se dar ao luxo de ficar totalmente desconectado durante as férias ou em um fim de semana de folga, contar com serviço de Wi-Fi gratuito no hotel é uma grande comodidade. O caso é que não há muito padrão no quesito cobrança do serviço.

Um hotel grande como o Crowne Plaza, em Nova Déli, uma cidade que tem um forte turismo de negócios, em outubro do ano passado cobrava US$ 5 por meia hora do serviço, com uma conexão nada boa _ou seja, a meia hora por fim se transformava em dez minutos de navegação de fato.

Já o Radisson de Varanasi oferecia, na mesma época, Wi-Fi de graça, sem limite de uso, no quarto. A qualidade do sinal também não era muito boa, mas não pior que o de Déli. Cinco dias depois, em um hotel pequeno e barato em Istambul, a reportagem teve acesso gratuito e ilimitado a um bom serviço de internet sem fio.

O fato é que, nos dias de hoje, cobrar pelo acesso ao Wi-Fi parece uma certa exploração. Ainda em 2009, Jeremiah Owyang, analista de sistemas baseado nos EUA, publicou em seu blog um apelo  aos hotéis: não cobrem pelo acesso à internet.

Entre seus argumentos, um dos mais fortes é que, ao liberar o uso da internet sem fio, é provável que o hóspede passe mais tempo no hotel, consumindo nos bares e restaurantes. O hóspede poderia mesmo marcar  um encontro com parceiros de negócios por ali. Ou seja, a cortesia se reverteria em lucro.

(Paul Sakuma - 18.jun.2003/Associated Press)

Em 2003, hotel em San José, na Califórnia, anuncia acesso gratuito à internet sem fio

 

Na visão de Owyang, oferecer Wi-Fi gratuitamente seria algo natural como oferecer eletricidade, chuveiros que funcionam ou camas limpas. Talvez a comparação não faça tanto sentido para os donos de hotéis como faz para muitos hóspedes. No caso desta blogueira, na hora de escolher um hotel, acesso gratuito ao Wi-Fi é um dos itens que mais pesam na seleção.

E você? Qual a importância de acesso gratuito à internet sem fio em sua estadia em um hotel?

 

 

Escrito por Marina Della Valle às 17h35

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São Paulo nas alturas

Daqui a exatamente sete dias, São Paulo comemora 458 anos. O feriado cai no meio da semana, tornando complicado organizar uma viagem.

Uma boa, para quem mora na capital paulista, é ligar o lado turistão e sair para um passeio. Preferencialmente aquele que geralmente não damos bola falta de tempo. Ou algum que temos vontade, mas sempre acabamos deixando para outro dia.

Quando estou em viagem, gosto de ir a locais que me dão vistas panorâmicas. Aqui, o negócio é pouco explorado ou é para poucos.

É o caso do Arola Vintetres, restaurante chique que fica no alto do hotel Tivoly, nos Jardins. O preço do jantar por ali atinge facilmente três números antes da vírgula. A vista de lá pode ser acanhada dependendo do local de sua mesa, mas abrange toda a região da av. Paulista.

Próximo dali, e também para quem estiver disposto a gastar, há o Skye, no alto do hotel Unique, na região da av. Faria Lima.


Cobertura do hotel Unique, onde está o Skye (Foto Fabio Braga/Folhapress)

No edifício Itália não é preciso fazer uma refeição no restaurante que fica no 41º andar para ter acesso a um interessante panorama da cidade.

A subida custa R$ 30 por pessoa e pode ser feita diariamente das 12h a 0h. Mas fique esperto: o acesso é gratuito entre 15h e 16h.

Mais uma opção econômica --dessa vez grátis independente do horário escolhido-- é o tradicional edifício Martinelli, cuja obra é de 1929.


Alto do edifício Martinelli (Foto Fabio Braga/Folhapress)

O terraço está aberto ao público às segundas, terças e sextas, das 9h30 às 11h30 e das 14h30 às 16h30. Aos sábados, até as 13h. Mas aí será preciso postergar a visão panorâmica da metrópole para outro dia (pois o feriado cai numa quarta-feira).

Com vista parecida, também há o edifício Altino Arantes, vulgo Banespão, inaugurado em 1947. Da torre, procure pela serra do Mar e o pico do Jaraguá. Está aberto à visitação de segunda a sexta, das 10h às 15h.

E você? Recomenda mais algum local na capital onde é possível ter uma visão panorâmica da cidade?

Escrito por Rafael Mosna às 19h47

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Grécia libera filmagem de comerciais em ruínas históricas

Em uma tentativa de aliviar os efeitos da crise econômica que enfrenta há meses, a Grécia decidiu autorizar o uso de suas famosas ruínas para fins publicitários, permitindo filmagens e sessões de fotos em locais como o Partenon.

O anúncio foi feito nesta terça-feira pelo ministério da Cultura grego, que também informou que o dinheiro arrecadado com a iniciativa deverá ser usado para a segurança e manutenção dos sítios arqueológicos.

Durante décadas o uso das ruínas para filmagens foi extremamente controlado - os últimos cineastas que tiveram permissão para filmar na Acrópole foram Nia Vardalos, diretora do filme "Falando Grego" (2009) e Francis Ford Coppola, que usou o local como cenário do episódio "A Vida sem Zoe", do filme "Contos de Nova York" (1989).

Agora, filmes e comerciais tendo como pano de fundo os grandes templos gregos podem ficar mais comuns, mas o ministério da Cultura da Grécia garante que seus tesouros históricos serão preservados, mesmo com a nova permissão.

 

Escrito por Vanessa Corrêa da Silva às 19h50

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Turismo esquentando os tamborins

Com o dólar cotado ao redor de R$ 1,80, os voos para o exterior estão lotados e, apesar da carestia no Brasil, a boa notícia é que, segundo a a Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa), o turismo doméstico também está aquecido.

Segundo estimativa da Braztoa, as viagens pelo Brasil cresceram cerca de 15% na comparação 2011/2010.

Uma das razões do aquecimento é, sem dúvida, a entrada da chamada classe C nesse mercado.

A mesma associação, no seu "Anuário Braztoa 2011", também calcula que, no chamado "turismo exportativo" (que é como é chamada a venda de viagens internacionais), as  operadores a ela filiadas cresceram 22% no ano que passou em relação ao anterior.

Os números do anuário são alvissareiros: os associados da Braztoa faturaram cerca de R$ 7,6 bilhões em 2011 enviando 4,8 milhões de brasileiros em viagens  (3,4 milhões de passageiros viajaram pelo Brasil e 1,4 milhões foram ao exterior).

Para 2012, as projeções e expectativas são igualmente otimistas.

Nesse momento, a temporada de verão aquece as incursões e as excursões pelo país; as viagens de Carnaval já estão sendo cogitadas e comercializadas; e há 17 transatlânticos singrando as costas brasileiras, a todo vapor, até maio.

Resta saber se os aeroportos e portos, as estradas estaduais e federais e, também, a infraestrutura ligada ao universo das viagens pelo Brasil vai dar conta desse crescimento anunciado.

        

 

 

 

 

Escrito por Silvio Cioffi às 17h34

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O mundo maravilhoso de Albert Kahn

Albert Kahn (1860-1940) foi um banqueiro e filantropo francês. Em 1909, visitou o Japão e voltou com uma coleção de fotografias que foi o embrião de um projeto muito maior: registrar cenas em cores _na época, a fotografia entrava no primeiro processo de imagens coloridas, o autochrome _ ao redor do mundo.

Ele usou sua fortuna para enviar fotógrafos a 50 países, incluindo o Brasil. O time produziu 72 mil fotografias coloridas, conhecidas como "The Archives of the Planet" (arquivos do planeta). O projeto foi interrompido em 1931, depois que Kahn perdeu sua fortuna e foi à bancarrota com a grande crise de 1929.

O museu dedicado a Kahn em Paris tem exposição permanente das imagens e faz mostras regulares, mas foi em 2008, com uma série da BBC e a publicação do livro "The Wonderful World of Albert Khan",  que o interesse nas imagens reunidas pelo banqueiro foi renovado. E, um século depois, o apelo dessas imagens só aumenta, retratos de um tempo passado e de monumentos que permanecem inalterados, como as pirâmides do Egito.

Quem não pode viajar a Paris ou comprar o livro tem a chance de dar uma espiada em algumas dessas imagens no site do livro, divididas por área: Europa Ocidental, Américas, Bálcãs, Leste, Indochina, Oriente Médio, África, Primeira Guerra Mundial e retratos.

Reprodução/Albertkahn.co.uk

Reprodução do site mostra fotos da coleção de Khan; a superior à direita retrata o Brasil

O problema é que as fotos não trazem muitas informações sobre datas e o que está retratado na imagem. É possível apenas descobrir em qual país ela foi tirada.

De qualquer maneira, é interessante conferir as imagens, especialmente para turistas que já estiveram nos países retratados cem anos antes. Se alguém souber onde foi tirada a foto do Brasil, por favor avisem esta blogueira.

Escrito por Marina Della Valle às 19h02

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45 lugares para visitar em 2012

O "New York Times" publicou recentemente uma extensa lista com 45 lugares para visitar neste ano.

A relação é curiosa e tem locais que abrangem muitos perfis de turista.

O bom dessas listas é que podemos folhear e ler os itens que consideramos os mais interessantes. Afinal, seria muito difícil para uma pessoa normal conhecer 45 regiões num período de 365 dias.

O campeão no pódio é o Canal do Panamá, seguido por Helsinki, na Finlândia. Logo vem Myanmar, no sul da Ásia, com detaque para suas praias, passeios culturais e hotéis butique.


A entrada do Canal do Panamá
(Foto Scott Dalton/Associated Press)

O Reino Unido é um dos queridinhos do suplemento "Travel". Vem com Londres na quarta posição, Glasgow (12) e Birmingham (19) --isso só contando o top 20. A cidade inglesa, boa para quem gosta de unir gastronomia e turismo, segundo o "NYT", vem antes de qualquer lugar brasileiro.

E a primeira (e única) cidade nacional não é nenhuma grande cidade do sudeste, como Rio ou São Paulo (quem anda pela metrópole paulista percebe o aumento considerável no número de turistas estrangeiros nos últimos anos), nem alguma paradisíaca praia do Nordeste. Em 22º está Paraty.

O município fluminense é ressaltado pelo seu calendário cultural, com o festival de jazz e a Flip.


Apresentação do Teatro Oficina, de Zé Celso, no último dia da 9º FLIP
(Foto Leticia Moreira/Folhapress)

E a lista segue com ainda Camboja, Antártica, cidades estadunidenses, européias...

Quem estiver curioso pode ver a relação completa aqui.

Escrito por Rafael Mosna às 19h09

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Silvio E. G. Cioffi Silvio Cioffi é editor do caderno "Turismo"


Marina Della Valle Marina Della Valle é repórter de "Turismo" desde 2008


Rafael Mosna Rafael Mosna é repórter de "Turismo" desde 2011


Vanessa Corrêa da Silva Vanessa Corrêa é repórter de "Turismo" desde 2012


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