Fim do visto para ir aos EUA: você acredita?
O presidente dos EUA, Barack Obama, recém-assinou uma ordem executiva para facilitar a emissão de vistos para turistas brasileiros.
Tal medida deve tornar mais rápida a tramitação e, em determinados casos de "viajantes confiáveis", abolir a necessidade de entrevistas pessoais.
A US Travel Association, entidade que congrega toda a indústria do turismo norte-americano, aplaudiu, mas quer mais: advoga a inclusão do Brasil no programa Visa Waiver ainda neste ano, o que significaria terminar definitivamente com a necessidade de visto de entrada para turistas brasileiros que se destinam aos EUA.
O economista brasileiro Luiz de Moura Jr., vice-presidente internacional da US Travel Association, acha que isso é possível e diz que, há pouco, Taiwan e Coréia do Sul conseguiram ser incluídos nesse programa.
"Continuaremos a fazer lobby para que o Brasil seja incluído no programa Visa Waiver", diz Moura.
Para ele, "as melhorias anunciadas pelo presidente Obama no seu discurso proferido no Walt Disney World (em Orlando, na Flórida) são alvissareiras e a referência específica feita ao Brasil, como país importante para a economia norte-americana, com milhões de brasileiros visitanto os EUA anualmente, mostra que podemos avançar".
Há pouco menos de um ano, em maio de 2011, durante a 43a. edição do Pow Wow, evento que é organizado pela US Travel Association, Roger Dow, o presidente da entidade, dizia que o "segmento de turismo é o maior setor exportador dos EUA, pois gera riquezas de até US$ 4 bilhões".
Nessa mesma feira profissional, William Talbert 3º, presidente do Greater Miami Convention and Visitors Bureau, previa que "em um ano" a exigência de vistos para turistas brasileiros poderia cair.
Ainda não caiu, mas, ao que parece, está balançando. Se não hovesse necessidade de visto para entrar nos EUA, você viajaria mais vezes àquele país?
Escrito por Silvio Cioffi às 19h52
Que tal mostrar sua cidade a um turista?
Você conhece bem sua cidade? Ou é versado aspectos interessantes dela, como locais com determinados estilos arquitetônicos, o que há de mais interessante na vida noturna ou os melhores locais para tirar fotos? Que tal criar um passeio para turistas com temas como esse?
É o que propõe o portal de viagens espanhol Nomaders com o projeto Local Heroes, que cadastra "heróis locais" _moradores de algum destino com uma proposta diferente de passeio_ e os coloca em contato com interessados em encontrá-los. O objetivo é conectar pessoas sem serviços de agências, para uma experiência que vá além das oferecidas pelo mercado.
O serviço é gratuito. O interessado em ser um "herói local" deve se cadastrar no site e escrever uma proposta de passeio: há um catálogo de "emoções" que reúne as propostas por temas, como golfe, futebol, tapas, fotografia...
(Reprodução da internet) O site do Local Heroes, da Nomader, que propõe ofertas de experiências de viagem
Quem gostaria de experimentar a proposta do "herói" entra em contato com ele via site, e o arranjo é feito por ali. A proposta deve especificar o que oferece e o que o "herói" quer em troca, seja praticar línguas trocar informações sobre um assunto de interesse em comum ou mesmo convivência com estrangeiros.
Fica a pergunta: é seguro? De acordo com o site, todas as propostas passam por um processo de validação _que inclui um encontro com o "herói" em questão _antes de serem publicadas.
Outra regra: o encontro deve ser registrado pelo site, assim é possível fazer comentários. As avaliações dos usuários são outra espécie de "referência" da proposta de passeio e de quem propõe.
E você, já experimentou algo assim? Faria um passeio com um "herói"? Mostraria sua cidade a um turista?
Escrito por Marina Della Valle às 19h45
Locais de tragédias são pontos turísticos?
Em reportagem divulgada nesta segunda-feira, a BBC informou que o naufrágio do navio Costa Concordia ocorrido no dia 13 de janeiro na costa da Itália tem atraído centenas de turistas ao local do acidente, próximo à ilha de Giglio.
Na semana do acidente, a ilha abrigava apenas 130 turistas (natural para uma temporada de inverno), mas após o naufrágio esse número pulou para 1.080 visitantes, que disputam espaço com jornalistas e membros das equipes de resgate.
Até o momento, 16 pessoas morreram no naufrágio e outras 16 continuam desaparecidas.
"Viemos aqui para ver o que aconteceu, só de curiosidade", afirmou uma turista estrangeira à agência italiana TM News.
"Fiquei impressionado com o tamanho do navio. Estou boquiaberto", contou um italiano.
Os novos visitantes, que buscam ver de perto o que restou do navio adernado junto à costa da Toscana já estão sendo chamados de "turistas do horror".
É natural que tragédias como essa acabem atraindo a curiosidade das pessoas, mas viajar até o local de um acidente para ver seus destroços pode parecer um exagero.
Você concorda com os visitantes da ilha de Giglio ou prefere manter distância desses lugares?
Escrito por Vanessa Corrêa da Silva às 11h45
Os hotéis devem cobrar por Wi-Fi?
Nos dias de hoje, em que é cada vez mais difícil se dar ao luxo de ficar totalmente desconectado durante as férias ou em um fim de semana de folga, contar com serviço de Wi-Fi gratuito no hotel é uma grande comodidade. O caso é que não há muito padrão no quesito cobrança do serviço.
Um hotel grande como o Crowne Plaza, em Nova Déli, uma cidade que tem um forte turismo de negócios, em outubro do ano passado cobrava US$ 5 por meia hora do serviço, com uma conexão nada boa _ou seja, a meia hora por fim se transformava em dez minutos de navegação de fato.
Já o Radisson de Varanasi oferecia, na mesma época, Wi-Fi de graça, sem limite de uso, no quarto. A qualidade do sinal também não era muito boa, mas não pior que o de Déli. Cinco dias depois, em um hotel pequeno e barato em Istambul, a reportagem teve acesso gratuito e ilimitado a um bom serviço de internet sem fio.
O fato é que, nos dias de hoje, cobrar pelo acesso ao Wi-Fi parece uma certa exploração. Ainda em 2009, Jeremiah Owyang, analista de sistemas baseado nos EUA, publicou em seu blog um apelo aos hotéis: não cobrem pelo acesso à internet.
Entre seus argumentos, um dos mais fortes é que, ao liberar o uso da internet sem fio, é provável que o hóspede passe mais tempo no hotel, consumindo nos bares e restaurantes. O hóspede poderia mesmo marcar um encontro com parceiros de negócios por ali. Ou seja, a cortesia se reverteria em lucro.
(Paul Sakuma - 18.jun.2003/Associated Press)

Em 2003, hotel em San José, na Califórnia, anuncia acesso gratuito à internet sem fio
Na visão de Owyang, oferecer Wi-Fi gratuitamente seria algo natural como oferecer eletricidade, chuveiros que funcionam ou camas limpas. Talvez a comparação não faça tanto sentido para os donos de hotéis como faz para muitos hóspedes. No caso desta blogueira, na hora de escolher um hotel, acesso gratuito ao Wi-Fi é um dos itens que mais pesam na seleção.
E você? Qual a importância de acesso gratuito à internet sem fio em sua estadia em um hotel?
Escrito por Marina Della Valle às 17h35
São Paulo nas alturas
Daqui a exatamente sete dias, São Paulo comemora 458 anos. O feriado cai no meio da semana, tornando complicado organizar uma viagem.
Uma boa, para quem mora na capital paulista, é ligar o lado turistão e sair para um passeio. Preferencialmente aquele que geralmente não damos bola falta de tempo. Ou algum que temos vontade, mas sempre acabamos deixando para outro dia.
Quando estou em viagem, gosto de ir a locais que me dão vistas panorâmicas. Aqui, o negócio é pouco explorado ou é para poucos.
É o caso do Arola Vintetres, restaurante chique que fica no alto do hotel Tivoly, nos Jardins. O preço do jantar por ali atinge facilmente três números antes da vírgula. A vista de lá pode ser acanhada dependendo do local de sua mesa, mas abrange toda a região da av. Paulista.
Próximo dali, e também para quem estiver disposto a gastar, há o Skye, no alto do hotel Unique, na região da av. Faria Lima.

Cobertura do hotel Unique, onde está o Skye (Foto Fabio Braga/Folhapress)
No edifício Itália não é preciso fazer uma refeição no restaurante que fica no 41º andar para ter acesso a um interessante panorama da cidade.
A subida custa R$ 30 por pessoa e pode ser feita diariamente das 12h a 0h. Mas fique esperto: o acesso é gratuito entre 15h e 16h.
Mais uma opção econômica --dessa vez grátis independente do horário escolhido-- é o tradicional edifício Martinelli, cuja obra é de 1929.

Alto do edifício Martinelli (Foto Fabio Braga/Folhapress)
O terraço está aberto ao público às segundas, terças e sextas, das 9h30 às 11h30 e das 14h30 às 16h30. Aos sábados, até as 13h. Mas aí será preciso postergar a visão panorâmica da metrópole para outro dia (pois o feriado cai numa quarta-feira).
Com vista parecida, também há o edifício Altino Arantes, vulgo Banespão, inaugurado em 1947. Da torre, procure pela serra do Mar e o pico do Jaraguá. Está aberto à visitação de segunda a sexta, das 10h às 15h.
E você? Recomenda mais algum local na capital onde é possível ter uma visão panorâmica da cidade?
Escrito por Rafael Mosna às 19h47
Grécia libera filmagem de comerciais em ruínas históricas
Em uma tentativa de aliviar os efeitos da crise econômica que enfrenta há meses, a Grécia decidiu autorizar o uso de suas famosas ruínas para fins publicitários, permitindo filmagens e sessões de fotos em locais como o Partenon.
O anúncio foi feito nesta terça-feira pelo ministério da Cultura grego, que também informou que o dinheiro arrecadado com a iniciativa deverá ser usado para a segurança e manutenção dos sítios arqueológicos.
Durante décadas o uso das ruínas para filmagens foi extremamente controlado - os últimos cineastas que tiveram permissão para filmar na Acrópole foram Nia Vardalos, diretora do filme "Falando Grego" (2009) e Francis Ford Coppola, que usou o local como cenário do episódio "A Vida sem Zoe", do filme "Contos de Nova York" (1989).
Agora, filmes e comerciais tendo como pano de fundo os grandes templos gregos podem ficar mais comuns, mas o ministério da Cultura da Grécia garante que seus tesouros históricos serão preservados, mesmo com a nova permissão.
Escrito por Vanessa Corrêa da Silva às 19h50
Turismo esquentando os tamborins
Com o dólar cotado ao redor de R$ 1,80, os voos para o exterior estão lotados e, apesar da carestia no Brasil, a boa notícia é que, segundo a a Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa), o turismo doméstico também está aquecido.
Segundo estimativa da Braztoa, as viagens pelo Brasil cresceram cerca de 15% na comparação 2011/2010.
Uma das razões do aquecimento é, sem dúvida, a entrada da chamada classe C nesse mercado.
A mesma associação, no seu "Anuário Braztoa 2011", também calcula que, no chamado "turismo exportativo" (que é como é chamada a venda de viagens internacionais), as operadores a ela filiadas cresceram 22% no ano que passou em relação ao anterior.
Os números do anuário são alvissareiros: os associados da Braztoa faturaram cerca de R$ 7,6 bilhões em 2011 enviando 4,8 milhões de brasileiros em viagens (3,4 milhões de passageiros viajaram pelo Brasil e 1,4 milhões foram ao exterior).
Para 2012, as projeções e expectativas são igualmente otimistas.
Nesse momento, a temporada de verão aquece as incursões e as excursões pelo país; as viagens de Carnaval já estão sendo cogitadas e comercializadas; e há 17 transatlânticos singrando as costas brasileiras, a todo vapor, até maio.
Resta saber se os aeroportos e portos, as estradas estaduais e federais e, também, a infraestrutura ligada ao universo das viagens pelo Brasil vai dar conta desse crescimento anunciado.
Escrito por Silvio Cioffi às 17h34
O mundo maravilhoso de Albert Kahn
Albert Kahn (1860-1940) foi um banqueiro e filantropo francês. Em 1909, visitou o Japão e voltou com uma coleção de fotografias que foi o embrião de um projeto muito maior: registrar cenas em cores _na época, a fotografia entrava no primeiro processo de imagens coloridas, o autochrome _ ao redor do mundo.
Ele usou sua fortuna para enviar fotógrafos a 50 países, incluindo o Brasil. O time produziu 72 mil fotografias coloridas, conhecidas como "The Archives of the Planet" (arquivos do planeta). O projeto foi interrompido em 1931, depois que Kahn perdeu sua fortuna e foi à bancarrota com a grande crise de 1929.
O museu dedicado a Kahn em Paris tem exposição permanente das imagens e faz mostras regulares, mas foi em 2008, com uma série da BBC e a publicação do livro "The Wonderful World of Albert Khan", que o interesse nas imagens reunidas pelo banqueiro foi renovado. E, um século depois, o apelo dessas imagens só aumenta, retratos de um tempo passado e de monumentos que permanecem inalterados, como as pirâmides do Egito.
Quem não pode viajar a Paris ou comprar o livro tem a chance de dar uma espiada em algumas dessas imagens no site do livro, divididas por área: Europa Ocidental, Américas, Bálcãs, Leste, Indochina, Oriente Médio, África, Primeira Guerra Mundial e retratos.
Reprodução/Albertkahn.co.uk
Reprodução do site mostra fotos da coleção de Khan; a superior à direita retrata o Brasil
O problema é que as fotos não trazem muitas informações sobre datas e o que está retratado na imagem. É possível apenas descobrir em qual país ela foi tirada.
De qualquer maneira, é interessante conferir as imagens, especialmente para turistas que já estiveram nos países retratados cem anos antes. Se alguém souber onde foi tirada a foto do Brasil, por favor avisem esta blogueira.
Escrito por Marina Della Valle às 19h02
45 lugares para visitar em 2012
O "New York Times" publicou recentemente uma extensa lista com 45 lugares para visitar neste ano.
A relação é curiosa e tem locais que abrangem muitos perfis de turista.
O bom dessas listas é que podemos folhear e ler os itens que consideramos os mais interessantes. Afinal, seria muito difícil para uma pessoa normal conhecer 45 regiões num período de 365 dias.
O campeão no pódio é o Canal do Panamá, seguido por Helsinki, na Finlândia. Logo vem Myanmar, no sul da Ásia, com detaque para suas praias, passeios culturais e hotéis butique.

A entrada do Canal do Panamá
(Foto Scott Dalton/Associated Press)
O Reino Unido é um dos queridinhos do suplemento "Travel". Vem com Londres na quarta posição, Glasgow (12) e Birmingham (19) --isso só contando o top 20. A cidade inglesa, boa para quem gosta de unir gastronomia e turismo, segundo o "NYT", vem antes de qualquer lugar brasileiro.
E a primeira (e única) cidade nacional não é nenhuma grande cidade do sudeste, como Rio ou São Paulo (quem anda pela metrópole paulista percebe o aumento considerável no número de turistas estrangeiros nos últimos anos), nem alguma paradisíaca praia do Nordeste. Em 22º está Paraty.
O município fluminense é ressaltado pelo seu calendário cultural, com o festival de jazz e a Flip.

Apresentação do Teatro Oficina, de Zé Celso, no último dia da 9º FLIP
(Foto Leticia Moreira/Folhapress)
E a lista segue com ainda Camboja, Antártica, cidades estadunidenses, européias...
Quem estiver curioso pode ver a relação completa aqui.
Escrito por Rafael Mosna às 19h09
Dicas para tornar sua viagem mais agradável
O guia de viagens Frommer's fez uma lista com atitudes que tornam uma viagem de avião menos desconfortável. Algumas dicas podem parecer óbvias, como comer e chegar ao aeroporto com antecedência, mas quem já enfrentou um voo com fome ou correu com suas malas pelos corredores do aeroporto sabe que são detalhes que fazem toda a diferença na hora de viajar. Veja abaixo como transformar sua viagem em um passeio tranquilo em cinco passos.
1- Chegue cedo: É melhor se sentir entediado no aeroporto do que ter que correr com malas, desviando da multidão de passageiros, e correr o risco de perder o voo. Ao chegar com antecedência, você ainda tem a chance de ser transferido para um voo mais cedo, o que pode ser uma bela vantagem.
2- Invista em um bom fone de ouvido: Quando o bebê sentado na fileira de trás começar a chorar ou o executivo sentado ao seu lado resolver participar de uma reunião por telefone, um bom fone de ouvido - daqueles grandes, que isolam qualquer som - poderá evitar um grande incômodo.
3- Compre um travesseiro para o pescoço: Você pode se sentir meio ridículo usando um, mas travesseiros para o pescoço são muito confortáveis e impedem que você acidentalmente durma no ombro de um desconhecido ao enfrentar um voo noturno na poltrona do meio.
4- Carregue a bateria de seu iPad, laptop ou iPod: Caso o voo atrase, a tela de sua poltrona não esteja funcionando ou nenhum dos filmes disponíveis seja interessante, tenha certeza de que você poderá ficar entretido por tempo suficiente. Aproveite e leve também um bom livro, já que nenhuma bateria é eterna.
5- Faça um lanche: Não espere que a companhia aérea mate sua fome, pois você pode se deparar apenas com um saquinho de amendoins. Leve sempre comidas leves, como barras de cereal, frutas secas ou biscoitos e faça uma refeição no aeroporto se a fome antes de viajar for muito grande.
Escrito por Vanessa Corrêa da Silva às 21h23
A cozinha do subsídio da Copa
Vem aí um pacotão para empurrar a realização, em 2014, da Copa do Mundo. O governo federal está discutindo com o Ministério do Turismo, a Embratur e a Infraero quais medidas deverão ser tomadas para atrair visitantes para esse evento futebolístico _medidas que, aliás, devem beneficiar também o setor privado.
Cerca de 600 mil turistas estrangeiros são esperados para a Copa e, sonhando alto, o atual presidente da Embratur, o deputado maranhense Flávio Dino (do PC do B), projeta em 20 mil o número de jornalistas cobrindo o evento.
Na pauta de discussões estão a liberação de dinheiro para qualificar mão de obra (vale lembrar que o igualmente deputado e maranhense Pedro Novais, do PMDB, caiu do galho como ministro do Turismo graças a um programa desse tipo), concessões e muitas facilidades fiscais.
Em pauta no caldeirão do pacotão da Copa estão benesses como a redução da tarifa aeroportuária para voos vindos de países que mais enviam turistas ao Brasil, menos impostos para o combustível de aviação, redução do custo de energia elétrica para empresas que atuam no setor de turismo etc.
Só a Embratur deve despender US$ 8 milhões em propaganda no exterior investindo em campanhas (ainda não muito claras) em 17 países, segundo se informa, enfatizando os mercados canadense e mexicano.
Vai também reabrir filiais fora do Brasil e sabe-se lá com que critério, se técnico ou "político", vai nomear representantes do país em escritórios no exterior.
Espera-se que a divulgação desse pacotão da alegria aconteça até a semana que vem, quando as medidas, agora também discutidas no âmbito da equipe econômica, devem ser publicadas no Diário Oficial.
O Rio, conjectura-se, deve receber investimentos para construir 36 hotéis, abandonando de vez a ideia de trazer transatlânticos que serviriam como hospedagem flutuante durante o evento para não aumentar demasiadamente a praça hoteleira local.
O que você acha de medidas desse tipo? É lícito o governo federal abrir os cofres públicos para fazer a Copa acontecer no Brasil em 2014? Você acredita que tais recursos vão ser bem empregados? Crê, que para além de 2014, o país pode, com tais medidas, criar um círculo virtuoso que fomente a vinda de turistas estrangeiros para cá também nos Jogos Olímpicos de 2016?
Escrito por Silvio Cioffi às 16h50
Almoce em um restaurante ao lado de uma cachoeira
Um resort filipino teve uma ideia inusitada para tentar driblar o calor: um restaurante ao lado de uma queda-d'água.
Com mesas dispostas em fileiras, o comensal pode fazer sua refeição com os pés na água. E os mais empolgados podem até mesmo molhar o corpo todo.

O espaço é decorado próximo a áreas verdes e cercado por águas provenientes de uma cachoeira artificial, construída a partir de um desvio de um canal de usina próxima do inusitado estabelecimento.
A comida servida pelo lugar tem inspiração em receitas da culinária local.
Escrito por Rafael Mosna às 19h14
A hora de enfrentar multidões
Comemorar o Ano-Novo nas grandes festas públicas significa enfrentar ruas coalhadas de gente, seja na praia de Copacabana, no Rio, ou na Times Square, em Nova York. E como é difícil resistir a um evento desse porte durante uma viagem, o jeito é tomar alguns cuidados para que a virada não se transforme em pesadelo.
Um detalhe importantíssimo é o transporte de volta para o hotel. Caso você esteja hospedado a uma distância razoavelmente curta da festa, pense na ideia de voltar a pé e leve um mapa com o caminho previamente marcado.
Caso a volta não esteja programada dentro do pacote, é provável que você tenha de utilizar o transporte público, junto com o mar de gente que sai da festa. Espere filas e demora. Confira antes quais as opções de metrô e ônibus para a volta e quais as operações especiais programadas. Quem já esperou três horas no frio do inverno setentrional para voltar da festa de Réveillon em Londres sabe o quanto essa opção pode ser cansativa.
O clima é outro ponto importante. No hemisfério Norte, o Ano-Novo vem no meio do inverno gelado, e estar entre milhares de pessoas não alivia o frio. Tenha em mente que você provavelmente terá de caminhar um bocado durante a festa e na volta, portanto, vá bem agasalhado.
Marcos Arcoverde-31.12.2011/Efe

Vista da queima de fogos de artifício em Copacabana para celebrar a virada do ano
Se você estiver no exterior, é pouco provável que consiga entrada de última hora para festas em bares e casas noturnas. Em geral, eles abrigam festas fechadas, e não é possível simplesmente entrar em um local simpático para celebrar a virada.
Outra questão é a segurança. Nova York, por exemplo, terá a maior operação de segurança do ano durante o Réveillon, com uso de detector de metais. As tampas dos bueiros serão seladas, e as caixas de correio devem ser retiradas da área, tudo isso para prevenir possíveis atentados.
Então prepare-se para ser revistado e evite levar objetos pontiagudos, como canivetes e lixas de unha de metal, com você. Além disso, use o bom senso para escapar de furtos como em qualquer grande evento, cuide da bolsa e da carteira e deixe seu passaporte no hotel.
Com esses cuidados, fica mais difícil ter grandes problemas durante a festa. E feliz Ano-Novo!
Escrito por Marina Della Valle às 19h14
São Paulo está vazia
Hoje, vindo para a Folha, me lembrei novamente do quanto eu gosto de São Paulo nesta época do ano.
O trânsito está ótimo e as ruas, sossegadas. Tranquilizante.
E como a gente gosta de fazer listinhas aqui no blog do Turismo, segue meu Top 5 (em ordem aleatória) do que considero o mais legal para fazer em São Paulo nesse período em que muita gente está fora da cidade.
- Nada: aproveitar para descansar, ver um filme em casa e pedir, enrolado em uma colcha (até friozinho está fazendo!), uma comida no delivery
- Ir a uma exposição: "Queremos Miles", com partituras, instrumentos usados por Miles Davis e pinturas, está em cartaz no Sesc Pinheiros (R. Paes Leme, 195; 0/xx/11/3095-9400)
- Comer fora: o eñe, por exemplo, está com uma promoção em que seu menu-degustação sai por R$ 75 (o preço original é R$ 105)
- Passear no parque: para quem não faz questão do sol (ou até prefere ele escondido), vale dar uma volta no Ibirapuera ou no Vila Lobos
- Fazer compras: as lojas estão menos cheias e algumas têm promoções; até a 25 de março deve estar mais serena
Escrito por Rafael Mosna às 16h30
Festival do gelo e da neve na China
Olha só como são impressionantes as imagens do Harbin International Ice and Snow Festival, que acontece na província de Heilongjiang, na China, a partir de 5 de janeiro do ano que vem.
Trata-se de um festival que acontece desde 1963 (fez uma pausa durante a Revolução Cultural chinesa) e que enfatiza esculturas belíssimas no gelo.
Não existe site oficial do evento, mas uma busca no Google dá a dimensão desse passeio (que, pelas fotos, julgo ser sensacional).
Veja as imagens da edição de 2012, que foram feitas ontem mesmo (25), logo abaixo.
Empregado puxa trenó de cães carregando turistas diante de esculturas (Fotos Sheng Li/Reuters)

Turistas caminham diante de café cuja forma também é esculpida no gelo
Visitantes tiram fotos diante de esculturas de gelo

Turistas visitam esculturas durante o período de testes de luz do evento, que começa dia 5
Turistas passeiam pelas esculturas de gelo iluminadas

Visitantes observam período de testes de luz nas esculturas de gelo

Carruagem leva os viajantes que visitaram o local ontem
Castelo esculpido no gelo
Carruagem passeia pelo complexo iluminado
Escrito por Marina Lang às 18h07




